Pelos ajudam elefantes a resfriar corpo e
eliminar calor, diz estudo
Pelos esparsos ajudam a melhorar controle de calor em 5%, diz pesquisa.
Descoberta sugere que pelo em elefantes pode ser característica evolutiva.
Retirado do Site: globo natureza,
11/10/2012
Elefante se molha e atinge tratador em região da Tailândia (Foto: Sukree Sukplang/Reuters)
Um
estudo realizado pela Universidade Princeton, nos Estados Unidos, concluiu que
os pelos dos elefantes ajudam os animais a controlar e reduzir a temperatura
corporal.
A perda de calor é importante para estes seres, que costumam
habitar ambientes quentes, possuem grande tamanho e consequentemente grande
superfície de pele, segundo a pesquisa, publicada no periódico "PLoS
One" nesta quarta-feira (10).
Para chegar ao resultado, os cientistas analisaram áreas com
pelos e sem pelos em diversas partes do corpo de elefantes africanos e
asiáticos. Os índices de calor nestas áreas foram monitorados, assim como a
variação da rigidez da pele dos paquidermes.
Cruzando os dados obtidos com cálculos matemáticos, os
pesquisadores concluíram que a cobertura de pelos melhora em 5% a habilidade de
controle da temperatura dos elefantes em todas as situações de calor estudadas.
Já a melhora "é de 23% para situações com pouco vento, quando a
necessidade de termoregulação é ainda maior", afirmam os cientistas no
estudo.
Pelos nas costas de elefante asiático (à esquerda)
e na cabeça de elefante africano (à direita)
(Foto: Reprodução/"PLoS One")
Os
elefantes possuem quantidades de pelo curto espalhadas por partes do corpo, de
acordo com os cientistas. O estudo sugere que, ao contrário do aquecimento
causado por uma cobertura densa de pelos em um animal, há um ponto de inflexão
para seres em que os pelos crescem de forma esparsa, como no caso dos
elefantes. Nestes animais, os pelos ajudam a liberar o calor do corpo ao invés
de retê-lo, diz a pesquisa.
"Os resultados demonstram que a presença de pelos aumenta o
coeficiente de transferência de calor de um elefante. É, por isso, um mecanismo
de termoregulação", ponderam os pesquisadores no estudo. Eles ressaltam
não ter notícia de outro exemplo de pelos em animais com estas características.
A descoberta propõe que a presença dos pelos em elefantes pode
ser uma característica evolutiva, levando em conta que os paquidermes "têm
mais necessidade de perder calor do que qualquer outro animal terrestre",
detalham os cientistas na pesquisa.
Fonte: globo.com/natureza
e na cabeça de elefante africano (à direita)
(Foto: Reprodução/"PLoS One")
Postado por Condessa Real às 18:01 0 comentários
Pesquisadores vestidos de panda
capturam ursos para exame na China
Mãe e filhote passariam por análises antes de serem devolvidos à natureza.
Panda-gigante está ameaçado de extinção, de acordo com organização.
Do globo natureza, São Paulo 10/10/2012
isso sim é vestir a camisa. :)
Pesquisadores vestidos de panda e que trabalham no Centro de Conservação e Pesquisa Hetaoping, na China, tiveram que “suar a camisa” no último domingo (7) para transferir dois espécimes de panda-gigante, um filhote chamado Taotao e sua mãe Caocao.
De acordo com a agência de notícias "Reuters", que divulgou as imagens nesta quarta-feira (10), os animais foram colocados em gaiolas e levados de uma região montanhosa para uma bateria de exames. Depois, seriam reintroduzidos ao ambiente selvagem.
Os trajes dos pesquisadores, segundo informações da publicação “China Daily”, ajudam a garantir que o filhote não sofrerá influência humana.
Endêmicos da Ásia, os pandas-gigantes (Ailuropoda melanoleuca) estão ameaçados de extinção no planeta, de acordo com a União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais (IUCN, na tradução do inglês).
Pesquisadores vestidos de panda tentam capturar dois exemplares desta espécie para exames, na China (Foto: China Daily/Reuters)
Um dos pandas é colocado dentro de gaiola em região montanhosa da província de Sichuan (Foto: China Daily/Reuters)
Fonte: globo.com/natureza
Postado por Condessa Real às 17:26 1 comentários
criaturas transparentes
Apesar da aparente fragilidade, muitas das espécies são mais
antigas do que os dinossauros.
COMENTÁRIO DA CONDESSA REAL:São lindos demais, vocês não podem perder de ver.
Apreciem com moderação, haha :D
Acima, a foto da parte de baixo de um Hyalinobatrachium, mostrando sua pele transparente e órgãos internos na Floresta Amazônica do Equador (Foto: Barcroft Media)
Tamanhos e formas também variam. Algumas delas são minúsculas, como os filhotes de lesmas, enquanto outras, como algumas águas-vivas, chegam a ter o tamanho de uma criança.
Animais como o caramujo, mostrado em uma das fotos com apenas uma semana de vida, nascem transparentes, mas, com o passar do tempo, escurecem.Outros, como o ice-fish da Antártica, passam a vida inteira com a aparência transparente.Muitos vivem em locais do oceano em que há poucas rochas para se esconder e a transparência pode ser usada como camuflagem.
mais informações no site: globo.com/natureza
Postado por Condessa Real às 16:22 0 comentários
Adeus, aves tropicais: até 900 espécies
podem ser extintas em breve
Postado por Sistema Acadêmico de Biologia às 07:20 0 comentários

COMENTÁRIO
DA PENA AO BIODIESEL.
Retirado do site PRODUÇÃO DE BIODIESEL
escrito por Virgínia Maria de Araújo
O estudo mostra que a quantidade de farinha que a indústria avícola produz, anualmente, é suficiente para gerar 580 milhões de litros de biodiesel
quarta-feira, 10 de outubro de 2012 | Postado por Sistema Acadêmico de Biologia às 17:09 4 comentários

:D Feliz seu dia CONDESSA REAL .

terça-feira, 9 de outubro de 2012 | Postado por Sistema Acadêmico de Biologia às 16:49 0 comentários

COMENTÁRIO......TRABALHOS DE PÓS GRADUANDA FOI APRESENTADO NA III CONFERÊNCIA BRASILEIRA DE ENRIQUECIMENTO AMBIENTAL.
terça-feira, 2 de outubro de 2012 | Postado por Sistema Acadêmico de Biologia às 09:59 0 comentários

COMENTÁRIO......PESSOAL! POR FAVOR COMENTEM, ESTAMOS TENTANDO ENTENDER, O PORQUE DESTE COMPORTAMENTO NESTE FATO ISOLADO, POIS NEM ESPECIALISTAS ESTÃO CONSEGUINDO ENCONTRAR UMA RESPOSTA.
Postado por Sistema Acadêmico de Biologia às 06:13 3 comentários

ATENÇÃO...segundo o que diz no site do Instituto CarbonoBrasil, Este é um dos mapas mais abrangentes já produzidos da bacia amazônica revelou que, entre 2000 e 2010, cerca de 6% da maior floresta tropical do mundo foi destruída. O documento, financiado pela Fundação Avina, a Fundação Ford, a Fundação Norueguesa da Floresta Tropical, e a Fundação Skoll, tem como objetivo a integração e coordenação de esforços para estabelecer áreas protegidas e reservas indígenas.
Produzido pelo RAISG, um esforço conjunto de 11 organizações dos oito países e um departamento que tem parte da cobertura florestal amazônica, o mapa descobriu que as áreas protegidas (1,7 milhão de km2) e as terras indígenas (1,6 milhão de km2) totalizam 45% da Amazônia, e há ainda 475.168 km2 de territórios nativos propostos para demarcação.
Na Amazônia, vivem cerca de 33,7 milhões de pessoas, incluindo 385 tribos indígenas e pelo menos 71 “grupos isolados”. Entre os países com as maiores taxas de terras amazônicas oficialmente protegidas estão a Guiana Francesa (72,3%), o Equador (72%), a Venezuela (71,5%) e a Colômbia (64%). A Guiana, por outro lado, é o país com menos área amazônica protegida, com apenas 20%.
Apesar de depender de dados oficiais, o que significa que algumas destas áreas podem ser protegidas apenas no papel, o mapa é um dos estudos mais completos sobre terras amazônicas protegidas. Segundo ele, apesar da preocupante taxa de desmatamento, há sinais esperançosos, como o reconhecimento de novas áreas protegidas e terras nativas.
Outro estudo produzido pelo Imazon também revelou que as áreas protegidas (APs) estão se mostrando eficazes contra o avanço do desmatamento na Amazônia brasileira. De acordo com a pesquisa, entre 2004 e 2006 o desmatamento na região diminuiu 37% como consequência da criação de 485 mil km2 de Unidades de Conservação (UCs), o que representava 40% das UCs da Amazônia em 2010.
Ainda assim, o estudo salienta que o desmatamento continua ameaçando mesmo as APs, já que até julho de 2011 a derrubada destas áreas já correspondia a 7% do desmatamento total ocorrido na Amazônia Legal.
Para garantir a seguranças das APs, o estudo recomenda que sejam tomadas medidas pontuais para lidar com as áreas críticas identificadas, tentando ao mesmo tempo avançar em medidas a fim de resolver as vulnerabilidades sistêmicas.
Por exemplo, que as APs com menor remanescente florestal tenham sua cobertura restaurada através de Sistemas Agroflorestais (SAFs); que o governo utilize medidas preventivas e repressivas do desmatamento nas APs com maior perda florestal recente e que parcerias público-privadas sejam formadas para promover o desenvolvimento sustentável dessas áreas.
Além disso, também se sugere que o governo realize uma Avaliação Ambiental Estratégica (AAE) para os grandes projetos de infraestrutura na Amazônia para determinar em escala regional as medidas necessárias de mitigação e compensação de impactos ambientais.
Fonte: Instituto CarbonoBrasil/Mongabay/Imazon
Postado por Sistema Acadêmico de Biologia às 05:30 0 comentários

:D 90% MENOS EMISSÕES DE POLUÊNTES, .
Postado por Sistema Acadêmico de Biologia às 05:29 0 comentários











