Postado por Sistema Acadêmico de Biologia às 05:48 1 comentários
Pólo magnético da Terra está mudando de lugar
O Norte Magnético do nosso planeta está lentamente se movendo cerca de 60 km por ano em direção à Rússia — e nenhum cientista sabe explicar exatamente por que isso acontece. Arnaud Chulliat, geofísico do Instituto de Física do Globo de Paris, afirma que existe uma misteriosa força magnética que está empurrando o Norte magnético para um novo local. Segundo o pesquisador, a força vem do fluxo do centro ferro derretido que forma nosso planeta, de onde surge o campo magnético.
Enquanto isso, cientistas têm evidências de que o centro magnético do planeta se inverte a cada 300 mil anos (norte vira sul, sul vira norte). O detalhe é que a última mudança ocorreu a cerca de 780 mil anos, o que pode significar que uma nova mudança é iminente. Cientistas já descobriram que a força do campo magnético do planeta diminuiu muito nos últimos dois séculos – um fato que faz com que alguns especialistas acreditem que o campo poderia desaparecer completamente nos próximos mil anos. Outros cientistas acreditam que isso se deve simplesmente a flutuações no campo.
fonte: hipercience
original: NationalGeographic
sexta-feira, 11 de março de 2011 | Postado por Sistema Acadêmico de Biologia às 09:37 2 comentários
Charge
terça-feira, 1 de março de 2011 | Postado por Sistema Acadêmico de Biologia às 13:52 3 comentários
ICEBERG GIGANTE
PODE ALTERAR CORRENTES OCEÂNICAS, DIZEM CIÊNTISTASUm iceberg de 2,5 mil km² de superfície e 400 metros de altura que se desprendeu do Glaciar Mertz (Antártida) há duas semanas pode alterar as correntes oceânicas em longo prazo, afirmam cientistas. O efeito da lenta jornada do superfragmento, que está flutuando ao sul da Austrália, seria um bloqueio do fluxo de águas profundas, geladas e ricas em sal. Além disso, o iceberg pode perturbar a biodiversidade excepcionalmente rica da região, especialmente colônias de pinguins.
O iceberg se desprendeu após um choque com outro, conhecido por B9B, que se separou do continente antártico em 1987.
Os glaciares são "rios de gelo" que escoam das montanhas para regiões mais baixas, onde o gelo pode derreter, se romper na forma de icebergs ou reforçar uma plataforma. Plataforma é a extensão plana, flutuante, dos mantos de gelo, com espessura de 100 a 1.000 metros. Um manto de gelo é a capa de até 4 quilômetros que cobre a rocha. Flui do centro do continente em direção à costa, onde alimenta plataformas.
"A língua de gelo (o Glaciar Mertz) estava quase desprendida, pendurada como um dente frouxo", afirmou Benoit Legresy, glaciologista do Laboratório de Geofísica e Investigação Oceanográfica de Toulouse que monitora o Glaciar Mertz há uma década, em estudo realizado em parceria com cientistas australianos.
Fonte : G1, com agencias internacionais
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011 | Postado por Sistema Acadêmico de Biologia às 12:41 0 comentários
sucesso na Faculdade
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011 | Postado por Sistema Acadêmico de Biologia às 13:16 0 comentários
Investimento global em energia limpa vai subir em 2011, diz ONU
Nações Unidas estimam que seja necessário investir R$ 602 bilhões por ano para tornar a energia mais limpa
Os investimentos globais em energia limpa devem alcançar neste ano 240 bilhões de dólares (R$ 401bilhões), puxados principalmente pelas ações de Brasil, China e Índia, disse dirigente da ONU na quarta-feira (23).
O Programa Ambiental da ONU afirma que os investimentos em energias renováveis saltaram de 162 bilhões de dólares (R$ 270 bilhões) em 2009 para 180 a 200 bilhões (R$ 300 a R$ 334 bilhões) em 2010, graças principalmente ao empenho dos três grandes países emergentes.
As energias renováveis - como a solar, eólica e o etanol - vêm ganhando força como forma de proteger os governos contra a elevação dos preços do petróleo.
"Os investimentos podem se aproximar de 240 bilhões de dólares em energia limpa, o que inclui eficiência energética e energia renovável", disse Pavan Sukhdev, chefe da iniciativa de Economia Verde do Programa Ambiental.
A ONU estima que seria necessário um investimento anual de 360 bilhões de dólares( R$ 602 bilhões) para tornar a energia mais limpa.
Sukhdev disse à Reuters que os efeitos adversos da mudança climática global obrigam os países a buscarem formas de reduzir as emissões de gases do efeito estufa e de estimular sistemas menos poluentes.
Ele disse que a ONU recebeu uma verba da União Europeia para ajudar sete países africanos - entre eles Quênia, África do Sul e Burkina Faso - a formularem políticas de transição para uma economia mais consciente do ponto de vista ambiental.
Fonte: IG Ultimo Segundo
Postado por Sistema Acadêmico de Biologia às 06:36 0 comentários
Modelo celular dá pistas sobre envelhecimento humano
A partir do primeiro modelo de envelhecimento para estudo em laboratório, cientistas vão pesquisar maneiras de alterar processo
Cientistas dos EUA e Espanha desenvolveram um modelo celular para estudo em laboratório do envelhecimento humano após rejuvenescer o núcleo das células de pacientes com uma síndrome muito rara de envelhecimento precoce, cuja média de vida é de 15 anos.
A pesquisa, publicada na última edição da revista "Nature", favorecerá a busca de compostos químicos para alterar o processo do envelhecimento humano, assim como uma maior compreensão das doenças cardiovasculares.
Também pode dar esperanças de cura no futuro aos doentes com a síndrome de envelhecimento prematuro Hutchinson-Gilford.
A extrema complexidade do processo de envelhecimento e suas patologias associadas sempre significaram barreiras para o estudo, que agora podem começar a ser derrubadas.
Os afetados com a raríssima síndrome de Hutchinson-Gilford, cerca de 100 casos conhecidos no mundo, sofrem na infância patologias associadas à velhice como a arteriosclerose, trombose e ataques cardíacos.
Os sintomas principais desta doença causada por um defeito genético que produz o acúmulo de uma proteína, a progeria, causadora da aceleração do envelhecimento, são baixa estatura, alopecia, ausência de gordura subcutânea, osteoporose e rigidez articular.
Trata-se da primeira vez que os cientistas conseguem desenvolver um modelo celular humano "in vitro" para estudar o envelhecimento.
Assim explicou à Agência Efe o diretor do estudo, Juan Carlos Izpisúa, diretor do Centro de Medicina Regenerativa de Barcelona (CMRB) além de responsável pelo laboratório de expressão genética do Instituto Salk, nos EUA.
Os cientistas geraram com sucesso células-tronco pluripotentes induzidas (iPS) a partir de fibroblastos (células do tecido conjuntivo) de pacientes com esta síndrome.
A pesquisa conseguiu a regressão de células doentes destes pacientes para um estado embrionário, com a supressão reversível do gene da progeria por reprogramação, e sua posterior reativação durante a diferenciação celular.
Foi possível "um modelo único" para estudar patologias humanas associadas ao envelhecimento prematuro, com a vantagem de que as células reprogramadas se diferenciam em um prazo relativamente curto (duas semanas), em contraste com as décadas que dura o envelhecimento normal.
Este modelo "in vitro" de células iPS se baseia na identificação de novos marcadores de envelhecimento e vários aspectos da velhice prematura e fisiológica em humanos.
A geração de células iPS em pacientes com progeria facilitará o conhecimento de doenças cardiovasculares, que são as que causam mais mortes nas sociedades desenvolvidas.
Além disso, o estudo dá esperanças para o desenvolvimento no futuro de tratamentos para crianças com a síndrome de Hutchinson-Gilford, por exemplo, o possível transplante de células pluripotentes induzidas saudáveis
Fonte: IG Ultimo SegundoPostado por Sistema Acadêmico de Biologia às 06:30 0 comentários
Macacos também experimentam incerteza, demonstram cientistas
Durante teste, animais apresentaram o mesmo comportamento que os humanos
Os seres humanos não são os únicos animais capazes de experimentar os sentimentos de dúvida e incerteza. Esta foi a conclusão de um estudo levado adiante por um grupo de pesquisadores americanos.
Os primatas foram submetidos a um teste, fazendo uso de um joystick. Os animais deveriam reconhecer a definição de um quadrado que aparecia na parte superior da tela do computador.
Os macacos poderiam escolher entre a letra "S", para esparso, ou "D", para denso.
Quando acertavam, os animais eram recompensados com um presente. Quando erravam, o jogo era pausado por alguns segundos, tirando dele a chance de vir a ganhar mais um mimo.
Os macacos contavam, no entanto, com mais uma opção. Eles podiam "pular" um teste ao escolher o ponto de interrogação, na parte inferior da tela. Com esta opção, eles não ganhavam presente, mas também não tinham o jogo interrompido.
Segundo os cientistas, os macacos testados (que pertencem ao grupo de primatas do Velho Mundo, espalhados por África e Ásia) apresentaram o mesmo comportamento que os humanos quando deparados com uma rodada considerada difícil de responder.
Fonte: IG Ultimo Segundo
video: BBC Brasil
Postado por Sistema Acadêmico de Biologia às 06:17 0 comentários
Ilha do Mel, no Paraná, é também a ilha dos jacarés

Postado por Sistema Acadêmico de Biologia às 05:31 0 comentários
bactérias em um super HD de computador
Você pode até se encolher com a mera menção da bactéria E. Colipor causa das doenças terríveis que ela causa. Mas cientistas chineses criaram um uso mais agradável para as “bichinhas” – transformaram as bactérias em unidades de armazenamento de memória.
Os pesquisadores encontraram uma forma de armazenar informação no DNA das bactérias que faz com que um grama de E. Coli seja capaz de armazenar a mesma quantidade de dados do que 450 hard drives de dois terabytes.
O bioarmazenamento, como é conhecida essa técnica, pode parecer surpreendente, mas não é uma técnica nova. A tecnologia já está circulando por aí durante a última década inteira. Mas as tentativas de colocar informações no DNA de outros seres não foi levada adiante – por exemplo, alguns anos atrás uma equipe de cientistas japoneses colocou a teoria da relatividade de Einstein no DNA de bactérias, mas não pesquisou aplicações mais relevantes para o nosso dia a dia.
Agora os cientistas chineses mostraram que não apenas texto, mas imagens, sons e vídeos podem ser armazenados nas células. Os dados são comprimidos, separados em pequenos pedaços e depois, quando queremos usá-los, são mapeados – assim como um CPU faz com os dados que armazenamos em HDs comuns.
Os cientistas até conseguiram criar um método que torna as bactérias completamente seguras contra cyber-ataques, impedindo que alguém invada o sistema e consiga os dados que elas escondem.
Em teoria, o bioarmazenamento de dados em bactérias permite o armazenamento de dados em espaços pequenos e, como as bactérias continuam se replicando, os dados ficam seguros por milênios.
Basta saber se elas usam eletricidade ou ração como comida.
texto original em inglês AQUI
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011 | Postado por Sistema Acadêmico de Biologia às 13:30 1 comentários
Descobertas bactérias na camada mais profunda da crosta sob os oceanos
A pesquisa, publicada no periódico online PLoS ONE, mostra que um grande número de tipos de bactérias estava presente, até mesmo em temperaturas próximas à de ebulição da água.
"Este é um novo ecossistema que praticamente ninguém jamais explorou", disse Martin Fisk, da Faculdade de Ciências Oceânicas e Atmosféricas da Universidade Estadual de Oregon. "Esperávamos alguns tipos de bactéria, mas a lista de funções biológicas que ocorrem nas profundezas da Terra é surpreendente".
A crosta oceânica corresponde a cerca de 70% da superfície da Terra, e sua geologia já foi explorada até certo ponto, mas praticamente nada se sabe a respeito de sua biologia.
O leito oceânico é geralmente composto de três níveis, incluindo uma camada rasa de segmento; basalto, formado por magma solidificado; e uma camada ainda mais profunda de basalto que se resfriou mais devagar, chamada camada de gabro.
O gabro não começa até que a crosta tenha cerca de 3,5 km de espessura. Mas num ponto do Oceano Atlântico, perto de uma montanha submarina, o Maciço Atlântida, amostras foram obtidas de gabro que se localiza mais perto da superfície que o normal, Isso permitiu a primeira investigação biológica dessas rochas.
A expedição perfurou mais de 1 km na formação, até rochas que no passado estiveram em grande profundidade e que são muito antigas, e descobriram grande atividade biológica. Micróbios estavam degradando hidrocarbonetos, e alguns pareciam capazes de oxidar metano. havia ainda genes ativos no processo de fixar - isto é, extrair de um gás - tanto carbono quanto nitrogênio.
A possibilidade de micróbios das profundezas serem capazes de fixar carbono, dizem os autores do trabalho, reforça o viabilidade de se retirar dióxido de carbono da atmosfera e estocá-lo em camadas profundas do subsolo.
Os pesquisadores também sugerem que ambientes subterrâneos de Marte, onde existe metano, poderiam sustentar micróbios como os descobertos neste estudo.
Classificados Estadão
domingo, 30 de janeiro de 2011 | Postado por Sistema Acadêmico de Biologia às 09:43 0 comentários
Genoma do orangotango tem 97% de coincidências com o homem, diz estudo
Cientistas do Instituto de Biologia Evolutiva de Barcelona (UPF-CSIC) e do Instituto de Oncologia da Universidade de Oviedo colaboraram nesse trabalho, dirigido pelo cientista Devin Locke, da Universidade de Washington em Saint Louis (EUA) e fruto da colaboração de mais de 30 laboratórios de sete países.
Os pesquisadores identificaram mais de 3 milhões de pares de bases que constituem o genoma do orangotango, animal com o qual o homem compartilhou um antepassado comum há mais de 12 milhões de anos.
Apesar das grandes coincidências genéticas dos humanos com o orangotango, "nós não somos tão parecidos com a espécie como se pensava há alguns anos", explicou Arcadi Navarro, coordenador do estudo apresentado pelos pesquisadores da Universidade Pompeu Fabra, em Barcelona, onde ensina genética.
O cientista, que é também professor do UPF-CSIC, acrescentou que "graças às técnicas modernas foram detectadas diferenças muito importantes em certos fragmentos do genoma, e isso nos faz muito diferentes".
Esses 3% de diferenças nas zonas comuns do genoma representam cerca de 90 milhões de variantes não comuns. "Só nesses fragmentos não compartilhados poderia haver até dezenas de genes que nós temos, mas os orangotangos não, e vice-versa".
Segundo os cientistas, com a sequenciação do genoma do orangotango, ampliou-se o conhecimento genômico dos primatas vivos, entre eles o homem e o chimpanzé. Por outro lado, também já foram sequenciados os genomas dos extintos Homo neanderthalensis e Denisova hominin.
Os dados obtidos sobre o orangotango apresentam pistas para entender a evolução dos hominídeos e o processo até a aparição do Homo sapiens sapiens. Além disso, a pesquisa oferece informação sobre os mecanismos das reorganizações cromossômicas de doenças como o câncer.
classificados Estador
Postado por Sistema Acadêmico de Biologia às 09:33 0 comentários
Estudo: álcool mata células-tronco de cérebros de adolescentes
"Um estudo em cérebros de macacos produziu a melhor evidência de que grandes bebedeiras podem causar danos duradouros a cérebros de jovens. O maior problema ocorre nas células-tronco destinadas a se tornarem neurônios no hipocampo, a área do órgão responsável pela memória e a noção espacial. As informações são do New Scientist.
Segundo a pesquisa, os cérebros de macacos se desenvolvem da mesma maneira que os de humanos, o que indica que os mesmos resultados seriam encontrados em adolescentes.
O estudo
Chitra Mandyam, do Instituto de Pesquisas Scripps, no Estado americano da Califórnia, e sua equipe deram drinks durante uma hora por dia durante 11 meses a macacos. Dois meses depois, os animais eram mortos e seus cérebros comparados com os de macacos que não consumiram álcool.
Os primeiros tinham 50% a 90% menos células-tronco nos seus hipocampos comparados com os que não beberam. "Nós vemos um profundo decréscimo em células vitais", diz Mandyam à reportagem.
Além dos possíveis problemas de memória e de habilidades espaciais, os pesquisadores acreditam que o consumo prematuro de álcool pode levar mais facilmente à dependência quando esses jovens chegarem à idade adulta. Estudos anteriores já indicaram que 41% dos adolescentes que começam a beber aos 12 anos desenvolvem dependência, enquanto que, entre aqueles que começam a beber aos 18 anos, a dependência"sábado, 5 de junho de 2010 | Postado por Sistema Acadêmico de Biologia às 12:37 0 comentários
PODE SER O MAIOR DO MUNDO
"Um grupo de pesquisadores da Universidade Federal do Pará (UFPA) apresentou um estudo, na sexta-feira (16), que aponta o Aquífero Alter do Chão como o de maior volume de água potável do mundo. A reserva subterrânea está localizada sob os estados do Amazonas, Pará e Amapá e tem volume de 86 mil km³ de água doce, o que seria suficiente para abastecer a população mundial em cerca de 100 vezes, ainda de acordo com a pesquisa. Um novo levantamento, de campo, deve ser feito na região para avaliar a possibilidade de o aquífero ser ainda maior do que o calculado inicialmente pelos geólogos.
Em termos comparativos, a reserva Alter do Chão tem quase o dobro do volume de água potável que o Aquífero Guarani - com 45 mil km³ de volume -, até então considerado o maior do país e que passa pela Argentina, Paraguai e Uruguai. "Os estudos que temos são preliminares, mas há indicativos suficientes para dizer que se trata do maior aquífero do mundo, já que está sob a maior bacia hidrográfica do mundo, que é a do Amazonas/Solimões. O que nos resta agora é convencer toda a cadeia científica do que estamos falando", disse Milton Matta, geólogo da UFPA.
O Aquífero Alter do Chão deve ter o nome mudado por ser homônimo de um dos principais pontos turísticos do Pará, o que costuma provocar enganos sobre a localização da reserva de água. "Estamos propondo que passe a se chamar Aquífero Grande Amazônia e assim teria uma visibilidade comercial mais interessante", disse Matta, que coordenou a pesquisa e agora busca investimento para concluir a segunda etapa do estudo no Banco Mundial e outros patrocinadores científicos."
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quarta-feira, 14 de abril de 2010 | Postado por Sistema Acadêmico de Biologia às 14:47 0 comentários



